Sentir raiva é algo natural, pois essa é uma emoção que surge como reflexo da frustração, da injustiça e até da ameaça. Mas você sabe o que vem depois da raiva? Geralmente vem o sentimento de arrependimento e até de tristeza.
Resposta direta: depois da raiva costumam vir o arrependimento e a tristeza, mas não só. Também podem surgir alívio, medo, culpa, vergonha ou indiferença — depende do que provocou a raiva e de como ela foi expressa. A raiva é uma emoção de passagem: o que fica é o rastro das atitudes tomadas enquanto ela dominava.
Você sente raiva e quer se livrar dessa emoção negativa? Conte com o Espaço Recomeçar. Nós podemos fazer Trabalhos Espirituais para ajudar a equilibrar suas energias e restaurar a sua paz interior. São 24 anos de casa e mais de 35 mil pessoas atendidas, em São Paulo/SP, Sorocaba/SP e on-line. Veja mais detalhes a seguir!

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ToggleO que fica após o sentimento de raiva?
Depois que a raiva se dissipa, podemos experimentar diferentes sentimentos, dependendo da situação que a provocou e da forma como a expressamos.
Veja a seguir alguns dos sentimentos que podem surgir quando a raiva vai embora:
- Arrependimento: se a raiva nos levou a dizer ou fazer coisas que magoaram os outros ou a nós mesmos, podemos nos sentir culpados e envergonhados pelo nosso comportamento;
- Alívio: se a raiva nos ajudou a defender os nossos direitos, a resolver um conflito ou a liberar uma tensão acumulada, podemos nos sentir mais leves e tranquilos;
- Tristeza: se a raiva nos fez perceber que uma situação é insustentável, que uma pessoa nos decepcionou ou que perdemos algo importante, podemos nos sentir tristes e desanimados;
- Medo: se a raiva nos expôs a uma situação de risco, de violência ou de rejeição, podemos nos sentir amedrontados e inseguros;
- Indiferença: se a raiva nos fez perder o interesse, o respeito ou o afeto por uma pessoa ou uma situação, podemos nos sentir indiferentes e desapegados.
Saiba que não é errado sentir raiva, o que é errado é ficar guardando emoções negativas sobre uma pessoa ou sobre algo que te deixou enfurecido. Isso só leva a uma carga negativa ainda maior, sendo destrutivo para você.
Por isso, busque Ajuda Espiritual. Entre em contato com nossa equipe pelo WhatsApp e agende a sua Consulta Espiritual. Assim você poderá se livrar dessas emoções negativas e encontrar a sua harmonia novamente.
Como parar de sentir raiva de uma pessoa?
Sentir raiva de uma pessoa pode ser um sinal de que ela nos ofendeu, nos traiu, nos desrespeitou ou nos feriu de alguma forma. Mas manter esse sentimento por muito tempo pode ser prejudicial para a nossa saúde física e mental, além de afetar as nossas relações sociais.
Por isso, é importante aprender a controlar e a superar a raiva de uma pessoa. Confira essas dicas do Espaço Recomeçar:
1. Respire fundo
Quando sentimos raiva, o nosso corpo se prepara para lutar ou fugir, aumentando a frequência cardíaca, a pressão arterial e a liberação de hormônios do estresse. Para acalmar o nosso organismo, podemos respirar profundamente, contando até dez, e soltar o ar lentamente.
2. Se distancie
Se a pessoa que nos causa raiva está presente, o melhor é se afastar dela, pelo menos temporariamente, para evitar uma escalada de agressividade. Podemos dizer que precisamos de um tempo para pensar, sair do ambiente ou encerrar a conversa.
3. Reflita
Quando estamos mais calmos, podemos tentar entender o que nos fez sentir raiva da pessoa. Podemos nos perguntar: o que ela fez ou disse que me irritou? Por que isso me afetou tanto? O que eu esperava dela? Ela tinha a intenção de me magoar? Eu também fiz algo que a magoou? Essas perguntas podem nos ajudar a ter uma visão mais objetiva e empática da situação. Uma ressalva importante: esse exercício vale para desentendimentos comuns entre duas pessoas. Se houve agressão, humilhação ou ameaça, não existe “minha parte de culpa” a procurar — a responsabilidade é inteiramente de quem agrediu.
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4. Se expresse
Depois de refletir, podemos expressar os nossos sentimentos e pensamentos para a pessoa que nos causou raiva, de forma assertiva e respeitosa. Podemos usar a técnica do “eu sinto”, que consiste em dizer como nos sentimos, o que a pessoa fez para nos provocar esse sentimento e o que gostaríamos que ela fizesse diferente. Por exemplo: “Eu sinto raiva quando você me interrompe, porque eu acho que você não me escuta e não me valoriza. Eu gostaria que você me deixasse falar até o fim e prestasse atenção no que eu digo”.
5. Perdoe
Perdoar não significa esquecer ou concordar com o que a pessoa fez, mas sim liberar o ressentimento e a mágoa que nos prendem a ela. Perdoar é um ato de amor-próprio, que nos permite seguir em frente e nos libertar da raiva. Para perdoar, podemos reconhecer que a pessoa é humana e falha, assim como nós, e que ela também tem sentimentos e necessidades. Podemos também agradecer pelo que aprendemos com a situação e desejar o bem para a pessoa.
Dito isso, é preciso ser honesto sobre os limites do perdão: ele não é uma obrigação, não tem prazo e não pode ser cobrado de ninguém. Perdoar também não significa reatar o convívio, esquecer o que aconteceu ou se colocar de novo ao alcance de quem te feriu. Há situações — violência, abuso, traições profundas — em que a decisão mais saudável é seguir em frente com distância e proteção, mesmo que a paz interior demore a chegar. Perdão é uma libertação sua, não uma absolvição do outro.
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Como identificar uma pessoa com raiva?
A raiva é uma emoção que se manifesta de diferentes formas, dependendo da personalidade, da cultura e da situação de cada pessoa. No entanto, existem alguns sinais que podem nos indicar que uma pessoa está com raiva. Confira quais são eles:
- Vermelhidão no rosto e olhos arregalados;
- Tremores e tensão muscular;
- Respiração ofegante e aumento dos batimentos cardíacos;
- Xingamentos, ofensas e ameaças;
- Falar com ironias, sarcasmo e fazer acusações;
- Franzir a testa e cerrar os punhos;
- Apontar o dedo no rosto do outro;
- Revirar os olhos e cruzar os braços;
- Elevação do tom de voz;
- Gritos, chutes e até socos em objetos.
A pessoa quando está com raiva deixa claro a partir de sinais verbais, comportamentais e fisiológicos. Diante de uma discussão comum, é importante manter a calma e não alimentar ainda mais essa emoção. Você pode se afastar e retomar a conversa em outro momento, quando ambos estiverem de cabeça fria.
Raiva não é o mesmo que agressão
Essa é a distinção mais importante deste artigo. Raiva é uma emoção — todo mundo sente. Agressão é um comportamento — e comportamento é escolha. Repare que alguns itens da lista acima não descrevem apenas “uma pessoa nervosa”: xingar, ofender, ameaçar, apontar o dedo no rosto, gritar e dar socos ou chutes em objetos são atos de violência psicológica, e não simples descontrole emocional. Quebrar coisas na sua frente é uma forma de intimidação — e costuma ser o aviso que antecede a agressão física.
Por isso, diante de alguém que ameaça ou agride, a orientação não é “manter a calma para não provocar”. A responsabilidade nunca é de quem está tentando não irritar o outro: é de quem agride. E não é papel seu administrar a raiva de ninguém, nem caminhar em ovos dentro da própria casa.
Se esse é o seu caso, sua segurança vem primeiro. Ligue 190 em caso de risco imediato, procure a Central de Atendimento à Mulher no 180 e converse com pessoas de confiança — nunca se isole. O CVV (188) atende gratuitamente, 24 horas por dia. Se você decidir sair da relação, saiba que a saída é o momento de maior risco: faça um plano de segurança, deixe documentos e uma bolsa preparados em local acessível e avise alguém sobre seus passos. O apoio espiritual do Espaço Recomeçar é complementar a essas medidas — ele caminha ao lado, jamais no lugar delas.
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Como os homens lidam com o fim do relacionamento?
O fim de um relacionamento é uma experiência dolorosa para qualquer pessoa, independentemente do gênero. No entanto, a forma de lidar com o luto amoroso costuma variar — muito por causa da educação emocional que cada um recebeu. Vale dizer que isso não é regra e não vale para todos os homens, mas são padrões que observamos com frequência em nossos atendimentos. Entre eles, o de:
Negar o impacto do término
Os homens podem negar ou minimizar o impacto do fim do relacionamento, fingindo que estão bem, que não se importam ou que já superaram a ex-parceira. Essa atitude pode ser uma forma de proteger a sua autoestima e de evitar o sofrimento.
Reprimir os sentimentos
Os homens podem reprimir ou esconder os seus sentimentos, evitando falar sobre o assunto, chorar ou pedir ajuda. Essa pode ser uma forma de seguir os padrões de masculinidade, que exigem que os homens sejam fortes, racionais e independentes.
Substituir a pessoa
Eles podem substituir a ex-parceira por outra pessoa, buscando novos relacionamentos, aventuras ou casos. Isso mostra uma necessidade de preencher o vazio, de se distrair ou de provar a si mesmos e aos outros que ainda são desejados.
Compensar a perda
Os homens podem compensar a perda do relacionamento com outras atividades, como trabalhar mais, praticar esportes ou sair com os amigos — formas legítimas de canalizar a energia e aliviar a tensão. Mas é preciso separar isso de outra coisa: recorrer à bebida, ao cigarro ou às apostas não alivia a dor, apenas a adia — e costuma agravar o quadro, criando uma dependência em cima do luto. Vício não é falta de força de vontade, é uma questão de saúde que pede tratamento. Se você ou alguém próximo está nesse caminho, o CAPS-AD da sua cidade oferece atendimento gratuito pelo SUS, e o CVV (188) acolhe em momentos de crise.
Agora que você já sabe como eles lidam com o término e o que vem depois da raiva, busque Ajuda Espiritual no Espaço Recomeçar. Nós podemos te ajudar, dê o primeiro passo!
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